Semiótica aplicada

Desde o advento da fotografia, então do cinema, desde a explosão da imprensa e das imagens, seguida pelo advento da revolução eletrônica que trouxe consigo o rádio e a televisão, então, com todas as formas de gravações sonoras, também com o surgimento da holografia e hoje com a revolução digital que trouxe consigo o hipertexto e a hipermídia, o mundo vem sendo crescentemente povoado de novos signos._x000D_ Ora, essa proliferação ininterrupta de signos vem criando cada vez mais a necessidade de que possamos lê-los, dialogar com eles em nível um pouco mais profundo do que aquele que nasce da mera convivência e familiaridade. O aparecimento da ciência Semiótica, desde o final do século XIX, coincidiu com o processo expansivo das tecnologias de linguagem. A própria realidade está exigindo de nós uma ciência que dê conta dessa realidade dos signos em evolução contínua. Proponho que, na Semiótica de Peirce, podemos encontrar uma fonte de inestimável valor para enfrentarmos essa exigência._x000D_ Além de nos fornecer definições rigorosas do signo e do modo como os signos agem, a Semiótica contém um grande inventário de tipos de signos e de misturas sígnicas. Desse manancial conceitual, podemos extrair estratégias metodológicas para a leitura e análise de processos empíricos de signos: música, imagens, arquitetura, rádio, publicidade, literatura, sonhos, filmes, vídeos, hipermídia etc.

R$120,00

Ou 3x de R$40,00 s/ juros

Informações

Produtos Relacionados