Frankenstein, o Promoteu Moderno: Ciência, Literatura e Educação
Desenvolvida para determinados tratamentos, o uso da testosterona no mundo esportivo revela o seu deslocamento de medicamento contra a impotência para um problema de saúde pública. De um modo geral, há uma profunda preocupação de que esses artefatos biotecnológicos fugiram do controle de seus criadores. A difícil relação do cientista com seus artefatos não é algo recente. Desde sua primeira publicação em 1818, os críticos sustentaram que Frankenstein de Mary Shelley apresentava uma ideia negativa sobre o desenvolvimento da ciência, já naquela época identificada com o progresso, a perfeição e a razão. Explorando a metáfora da rede sociotécnica de Bruno Latour, este livro sugere que é possível encontrar a proliferação dos seres híbridos, que pertencem à natureza e à cultura ao mesmo tempo. A favor de uma ética complexa, “Frankenstein, o Prometeu Moderno” destina-se a estudantes, pesquisadores e profissionais interessados em reconciliar o universo dos não-humanos com a imaginação e o conhecimento científico.
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Informações
- Autor: Figueiredo, Renato Pereira De (Autor)
- Edição: 1
- Ano da Edição: 2010
- Editora: LF Editorial
- Nº de Páginas: 152
- ISBN: 9788578610692
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