A tinta e o sangue

narrativas sobre crimes e sociedade na belle époque

Nas vésperas da Primeira Guerra Mundial, o fervor pelos relatos de crimes se tornou um verdadeiro fenômeno social. Enquanto a imprensa escancarava suas colunas para os “faits divers” criminais, os romances policiais e os filmes de detetive passaram a atrair um público cada vez maior, fascinado por um novo imaginário feito de rastros de sangue e pegadas na neve, de indícios e criptogramas misteriosos. Na perspectiva de uma história social do crime, este livro investiga as profundas imbricações entre a atividade da imprensa, especialmente da crônica criminal, e seus efeitos sobre o imaginário de uma época.

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