O potencial Pedagógico dos Espaços não Formais da Cidade de Manaus
Os espaços não foram formais ganham, cada vez mais, um lugar de destaque no processo educativo. Mesmo sendo incipiente a exploração desses ambientes na cidade de Manaus, estes se revelam com grande potencial pedagógico para o ensino de Ciências. Esses locais têm condições para o desenvolvimento da linguagem e da cultura, portanto, seus significados ultrapassam as barreiras de serem reconhecidos apenas como “mais um instrumento facilitador da aprendizagem”. Esses espaços tão diferenciados e singulares despertam emoções, desenvolvem a interação, a curiosidade, a afetividade e a sociabilidade, além do ganho cognitivo nos alunos, portanto, deveriam ser usados pelas escolas como um ambiente pedagógico para o desenvolvimento das aulas de Ciências. Neste livro apresentamos o estudo realizado em dez Espaços Não Formais institucionalizados na cidade de Manaus-AM, e revelamos o potencial pedagógico de cada um, com destaque em suas diferenças e potencialidades. Percebemos que o potencial educativos desses espaços ainda não é bem conhecido, e com isso, diferentes visões têm se mostrado. Esses espaços merecem uma atenção especial, para que sejam mais bem aproveitados. Dos dez espaços, três apresentam potencial pedagógico para o Ensino de Ciências: Museu Amazônico, Jardim Botânico de Manaus Adolpho Ducke / Museu Amazônico e Bosque da Ciência do INPA; cinco tem razoáveis perspectivas para o ensino: Parque Municipal do Mindu, Parque Cidade da Criança, Parque Lagoa do Japiim, Parque dos Bilhares e Zoológicos do CIGS; e dois espaços carecem de projetos ou atividades voltadas para o ensino de ciências: Parque Estadual Sumaúma e Museu do Seringal Vila Paraíso.
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Informações
- Autor: Hiléia Monteiro Maciel e Augusto Fachín Terán
- Edição: 1ª
- Ano da Edição: 2014
- Editora: Editora CRV
- Nº de Páginas: 126
- ISBN: 9788544400265
