Maquiavel Pedagogo
ou ministério da reforma psicológica
Quais são as razões da profunda crise na escola? É possível encontrar uma escola de vírus no gene de nossa sociedade e de nosso sistema educativo? Podemos concluir que é urgente uma redefinição do papel da escola e de suas prioridades? Inúmeros país e educadores, testemunham, estupefatos, a revolução em curso. Interrogam-se sobre as profundas mutações que de forma acelerada vêm ocorrendo em nossa sistema educativo. Porém, nenhum governo, seja de direita ou de esquerda, vem à público esclarecer os fundamento ideológicos dessas constantes reformas no ensino e tampouco se preocupam em apresentar, de forma clara, as coerências e os objetivos dos métodos adotados. Mas ainda que tudo nos pareça muito obscuro, podemos encontrar todas as respostas na filosofia da revolução pedagógica que se expõe, em termos explícitos, nas publicações dos organismos internacionais como a Unesco, a OCDE, o Conselho da Europa, a Comissão de Bruxelas e tantas outras. Apoiando-se sobre textos oficias desses organismos. Pascal Bernardin mostra detalhadamente que o objetivo prioritário da escola atual não é possibilitar aos alunos uma formação intelectual e muito menos fazê-los adquirir elementares. O que se pretende com a redefinição do papel da escola é torná-la nada mais do que o instrumento de uma revolução cultural e ética destinada a modificar os valores, as atitudes e os comportamentos das pessoas em escala mundial. As técnicas de manipulação psicológica, que não se distinguem muito das técnicas de lavagem cerebral, estão sendo utilizadas de forma maciça. Naturalmente, os alunos são as primeiras vítimas; porém, os educadores e também o pessoal administrativo – diretores, pedagogos e até mesmo inspetores – não sendo poupados. Essa revolução silenciosa, antidemocrática e totalitária, que fazer dos povos meras massas ignorantes e totalmente submissas à classe governante. Ela, ilustra, de maneira exemplar, a filosofia manipuladora e ditatorial que tem abrigo na chamada Nova Ordem Mundial. Tal filosofia é imposta por meio de ações sutis e indiretas, porém poderosíssimas, gerando catastróficos à inteligência humana. Portanto, o que o leitor verá exposto neste livro é alto terrivelmente sério. Trata-se de uma análise minuciosa de tudo que está exposto nos documentos oficias dos mais célebres organismos internacionais. E, embora documentos públicos, causa estranhamento o silêncio mortal que paira sobre eles. Certamente porque quando lidos, revalam-se uma verdadeira síntese do que é a escravidão.
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Informações
- Autor: Pascal Bernardin
- Edição: 1ª
- Ano da Edição: 2013
- Editora: Vide Editorial
- Nº de Páginas: 164
- ISBN: 9788563160270
